A perspectiva de receber pessoas bem intencionadas e com desejo de trabalhar voluntariamente, embora bem-vinda, assusta pelo desconforto de não se ter a certeza de saber aproveitá-las bem. Qual será a “fórmula mágica” que trará às relações que envolvem trabalho voluntário, qualidade, comprometimento com o sucesso, satisfação, sinergia e, sobretudo, uma grande oportunidade de exercício de solidariedade e cidadania?
A “fórmula mágica” é planejamento, organização, sistematização, boa vontade, persistência e uma infinita crença de que, com a ajuda de todos, vai dar certo! Essa é a única maneira de aproveitar a produtividade do potencial voluntário e cidadão.
O que faz a diferença entre ter voluntários “soltos” em uma organização e ter um voluntariado organizado são os resultados obtidos com uma equipe administrada com boas práticas de gerência, e que tem a atenção necessária para alcançar, com sucesso, suas metas.
Ter um programa de voluntários implementado na organização implica no reconhecimento da importância dos beneficiados do trabalho voluntário por todos que nela trabalham, e de ter elaborado um planejamento criterioso que atenda às necessidade da organização. Sem esse comprometimento dificilmente será possível implementar um Programa de Voluntariado que tenha continuidade e qualidade.
Diante do exposto, perguntamo-nos, como cada instituição trabalha quanto a sua gestão de voluntários? Quais problemas e soluções foram encontradas perante a chagada de novos voluntários?
O espaço a baixo, foi criado para a sua opinião, concorde, discorde, comente, discorra sobre suas experiências e colabore com a produção de mais conteúdo sobre o tema. |